Foi em um desses coquetéis. Aliás, uma senhora semana de coquetéis. A Helena e eu olhamos para a autora. Bom ter ido. Ela autografava feliz, plena. À minha frente, também Helena estava alegre. Novos planos. Lanos. Lena. Percebemos naquela noite. Todas nós temos ”L” no nome: a HeLena, a Maria HeLena, a Leonor, a Liane, a MaríLia, a ÂngeLa. Cabia um BLog: para pubLicar o vem da Oficina e mais. Hora de faLar tudo, sem censor, sem juízo. Aqui vaLe a Literatura e o respeito ao Leitor.
terça-feira, 2 de abril de 2013
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Parabéns, francesinha Marília!
Lista de Classificação 2012
Prêmio AGES
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Era uma vez uma bruxa malvada que comia notícias para ninguém mais saber de nada...., por Ângela Broilo
sexta-feira, 16 de março de 2012
Leituras nas Férias ou...Umberto Eco e Paula Mclain, de Marília Galvão
quinta-feira, 15 de março de 2012
Viva Leandro!, por Ângela Broilo
sábado, 3 de março de 2012
O bom mesmo é escrever. Gente que faz é motivação, de Ângela Broilo
Aqui a presidente Marilene e a Alice na Academia Caxiense de Letras, que completa meio século de vida. Os fortes.
É muito bom participar do mundo com pessoas que gostam de áreas afins. Impossível citar a todos.
Sem citar o nome, vai.
- Tem uma dessas pessoas que soube fazer da poesia algo importante aqui em Caxias. Não é assim em outras cidades. Isso é grande!
- Outro criou um prêmio que antes não existia.
- E a moça que fez uma exposição de obras de arte - inclusive o coquetel - com vários pintores importantes, absolutamente sozinha, sem ganhar nada com isso?
- E alguns... ah!... alguns escrevem tão bem que me deixam feliz! Como gosto de saber e sentir e ler quem escreve delícias e que é daqui e pertence mais ou menos à minha geração ou a gerações anteriores ou posteriores? Isso é motivação. Pessoas que estão vivas enquanto eu vivo. No filme Meia Noite em Paris, Woody Allen coloca Hemminguay dizendo que o escritor é invejoso. Também já li que os escritores portugueses são invejosos... Não acredito nisso. Talvez quisesse se referir aos escritores que não quissessem mostrar ou falar de sua obra antes de pronta. Senão as idéias fogem. Também já me falaram que os pintores são invejosos, assim como os músicos... Como teria surgido a bossa nova se os músicos fossem invejosos? E os movimentos artísticos? Não creio que o artísta seja invejoso. Talvez o talento de alguns provoque inveja, mas isso ocorre em todas as áreas. Bons cirurgiões são muito invejados. Grandes arquitetos, os melhores esportistas, modelos de passarela são tão invejadas que devem cuidar de sua integridade física. Creio que a inveja não está em uma só área mas em todas elas. Talvez na arte exista mais admiração que inveja. O que é muito diferente. Na admiração, você quer aprender com os bons os melhores e os grandes de sua área sabem ter a generosidade de escolher a quem ensinar. É a lei da vida. O talento merece ser estimulado, senão você não serviu para nada.
Esses dias o mestre olhou olhos pequenos e me disse baixinho: o bom mesmo é escrever, não é? O resto... Nem continuou...
Creio ser dessa turma. O bom mesmo é quando consigo escrever uma frase que sei está boa... o resto é confete, é beijo de uma noite só, é paixão que acaba, amor de verdade é aquela frasesinha que vem de dentro e você sabe... veio diferente, veio assim com arte, a sua arte, mesmo que sejam poucas... mesmo que sejam loucas... você percebe... está boa demais. E é só sua. E pode agitar de leve uma alma madura, não importa a idade. Mas mexe na atenção do leitor como aroma de hortelã, sacode a atenção distraída entre o livro, a Internet, a televisão... e por um tempinho ganha o livro. Ele entra sem bater na porta. É um murro. Você sabia disso quando aquele frase apareceu e seus lábios sorriram quase sem querem.
Isso que quer dizer: O bom mesmo é escrever... É o buscar o nocaute naquele frasezinha louca de boa... O resto... Não precisa falar. Corta. Corta tudo que for resto.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Vem comigo, de Maria Helena Balen

terça-feira, 3 de janeiro de 2012
O caxiense Luís Antônio Giron entrevista Umberto Eco pela Revista Época
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Apagou a luz, de Maria Helena Balen
O filme começou.
E a minha mão?
Por que não pegas a minha mão?
Tentáculos soltos,
inconformados,
frios.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Traição Platônica, de Marília Galvão
domingo, 18 de dezembro de 2011
Subject: HOMENAGEM À DANIELLE MITTERRAND por ADOLFO PÉREZ ESQUIVEL (PRÊMIO NOBEL DA PAZ), post de Ângela Broilo
Meus Amigos:
Esteve conosco acompanhando a dor e a resistência de um povo.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Listas de Natal, por Angela Broilo
Natal
Fosse apenas comemoração... Ah!
Uma vez ouvi: tudo que é bom dá trabalho.
Tem certa sabedoria nisso.
Listar no lugar comum das frases sábias.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
O Monstro, por Ângela Broilo
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
O paraíso vive dentro dela, por Ângela Broilo
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MARIA, por Helena Dossin
Queira-me por Maria
2011
CRESPA, de Helena Dossin
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Malvada, de Liane Rech

A convite da família, Jaqueline aceitou, apesar de receosa, passar uma temporada na praia. Foi naquele veraneio, quando estavam sozinhas, preparando o jantar, que Salete surtou. Teve uma crise falante, seguida de longo silêncio com gestos faciais, revirando os olhos, a cabeça tipo pêndulo de relógio. Dizia ouvir vozes que a acusavam e faziam ameaças. Arranhou-se no rosto e nos braços. O ambiente ficara pesado.
Fim de veraneio. Toda a família voltou. Jaqueline hospedou-se num hotel em outra praia. Soube dias após que a amiga fora internada: esquizofrenia! Foi visitá-la no hospital, mas sentiu-se constrangida: algo lhe dizia que não era bem quista. Como se fosse culpada. Queria sair correndo de lá. Culminou, quando, dias depois, foi visitar a amiga na casa dela. O pai abriu a porta, mas a impediu de entrar: “Não quero que tu venhas aqui estragar a nossa festa.” Espantada, Jaqueline mal podia acreditar que a porta se fechara para ela. Começou a tremer e, da sua boca, um grito, que não parecia ser o dela: “Amiga, pode esperar: vou arranhar a tua cara, de novo!”






